Enxaqueca tem cura? A verdade que você não sabe

Na maior parte das vezes que você procurou ajuda para se livrar da enxaqueca, recebeu remédios. Te pediram muitos exames, você gastou muito tempo e dinheiro, e chegou a faltar ao trabalho algumas vezes.

Mesmo com todo esse investimento o problema não foi resolvido. E a causa disso é que a maioria absoluta das pessoas que sofrem com a enxaqueca não teve seus dentes examinados pelos profissionais pelos quais passou.

Dessa forma, milhões de brasileiros gastam todos os dias uma importante parte de suas rendas com remédios que apenas remediam a doença, sem nunca efetivamente curá-la.

Vale a pena enfatizar aqui que as dores cervicais (aquelas que atingem o pescoço e vão até o ombro), sintoma de queimação, acompanham a enxaqueca no mesmo lado que ela ocorre.

Artigos na internet sobre enxaqueca

Pesquisas sobre enxaqueca na internet

Há na internet inúmeras matérias e artigos que falam sobre tratamentos. Entretanto, quase não há informações sobre a relação entre a enxaqueca e a odontologia.

Isto porque, não existe em nenhuma parte do mundo, a cadeira de odontologia psicossomática enfatizando a relação de várias doenças com o bruxismo nas faculdades de odontologia.

Recebo pacientes de várias partes do planeta para se curarem aqui em minha clínica.

Pior: em alguns casos o “tratamento medicamentoso ou com aparelhos”, recomendados podem até mesmo piorar a dor.

Sim, analgésicos comuns, usados para tratar enxaqueca, podem criar um efeito “rebote”, ou seja, a dor faz uma pausa quando a medicação faz efeito, mas volta com mais força quando o efeito termina.

O resultado é que muitos pacientes passam a ser dependentes desses analgésicos e, assim como acontece com os dependentes químicos, passam a precisar de doses cada vez mais fortes do remédio para conseguir suportar a dor.

Ao mesmo tempo, quanto mais forte a dor, maior a quantidade de remédio ingerido e, consequentemente, maior o efeito rebote, gerando um ciclo vicioso que termina por incapacitar as pessoas.

Um estudo realizado por uma clínica britânica revelou que cerca de 60% das pessoas que sofrem de enxaqueca não recebem o diagnóstico correto.

Dentre os que foram diagnosticados corretamente, apenas 30% recebe o tratamento que a comunidade médica chama de “apropriado” Fonte.

Curiosamente, esse tratamento dito “apropriado” falha constantemente. Por isso cerca de metade dos pacientes abandonam o tratamento.

A quem interessa manter a população no escuro, quando se trata de curar a enxaqueca? Quem está lucrando com isso? Fica a seu critério, leitor, pesquisar sobre o assunto.

Mas nem tudo é má notícia!

Eu dediquei minha vida profissional (mais de 43 anos) ao estudo sobre enxaqueca e suas causas e, depois de tanto pesquisar e estudar, tudo por conta própria (esse tipo de pesquisa não consegue patrocinadores), consegui desenvolver procedimentos e orientações para ajudar a população.

A grande verdade que você não sabe sobre, é que sim! A enxaqueca tem cura! E para isso não é necessário o uso de remédios. A enxaqueca está relacionada com os seus dentes, pelo ato inconsciente de apertá-los ou rangê-los conhecido como Bruxismo.

Assista o vídeo do Programa A Cura da Enxaqueca

O bruxismo atinge cerca de 85% da população. É um estado inconsciente de tensão que a pessoa vive ou viveu. Nem todo mundo que tem bruxismo tem enxaqueca, mas certamente desenvolverá outros problemas e estará fabricando para o futuro também a enxaqueca.

O bruxismo pode ser diurno ou noturno. Você pode estar aparentemente tranquilo em sua mesa de trabalho, realizando alguma atividade comum, e inconscientemente apertar e ranger os dentes.

O bruxismo é considerado um distúrbio comportamental e é causado principalmente pelo estresse. Ele pode causar enxaqueca, desgaste dentário, fadiga muscular na face e dores nos músculos da mastigação, além de outras doenças por mim estudadas.

Sabe quem mais sofre com as crises de enxaqueca?

Enxaqueca nas mulheres

As mulheres! E não é por acaso. O estilo de vida atual, ao mesmo tempo em que diminuiu a desigualdade profissional entre homens e mulheres, provocou também uma sobrecarga no sexo feminino.

Agora, além de cuidar da casa e dos filhos (papel que ainda é designado na maioria das vezes para as mulheres), elas precisam lidar com todas as pressões dos ambientes de trabalho. A jornada dupla traz consequências.

As mulheres são três vezes mais propensas a sofrerem do que os homens.

Você não precisa continuar a sofrer. Não precisa deixar de produzir ou se divertir. Não precisa terceirizar a criação dos seus filhos a uma babá, porque precisa se proteger da luz e dos sons, presa em um quarto escuro enquanto seu filho brinca.

Não é mais necessário gastar absurdos de dinheiro com remédios que são apenas paliativos e não resolvem verdadeiramente o problema.

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Continue me acompanhando, pois enxaqueca… tem cura!

Dr. Lincoln Zuccato

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